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Biomassa florestal é resposta à pressão por energia limpa

As indústrias de pellets e cavaco de madeira, que existem no Brasil há pouco menos de 20 anos, deverão dar um salto quantitativo e qualificativo

A popularidade desses biocombustíveis vem crescendo em todo o mundo, sobretudo devido às metas de redução dos gases do efeito estufa que alguns países se comprometeram a realizar nos próximos anos e foram ratificados, agora em mais países, na Conferência do Clima em Paris – COP-21.

As boas características energéticas dos pellets aliados a sua geometria, que o faz fluir como se fosse água, permite tanto a alimentação automática num sistema industrial quanto à alimentação manual em aquecedores residenciais. Destaca-se por ser um biocombustível sólido natural de fácil manuseio, pouco espaço para a estocagem e alta densidade energética. Além disso, as dificuldades atribuídas à biomassa convencional quanto a sua baixa densidade de energia, alto teor de umidade e heterogeneidade de formas e tamanhos são minimizados e superados com a utilização na forma dos pellets de madeira.

O comércio Internacional de pellets de madeira aumentou significativamente nas duas últimas décadas. Em 1990 era um biocombustível sólido desconhecido mas, nos dias atuais, é o mais comercializado no planeta. A demanda mundial de 25 milhões de toneladas em 2014, segundo especialistas, dobrará até 2024. Por isso, o número de indústrias que produzem pellets saltou de 70 para mais de 950 nos últimos 14 anos. Porém, todo o sucesso internacional não tem repercutido no mercado interno brasileiro que cresceu abaixo das expectativas dos produtores de pellets.

Sabe-se que o Brasil tem potencial para a produção desses materiais compactados aproveitando-se do grande volume de resíduos agroflorestais disponíveis. Por esse motivo, novos projetos industriais também surgem por aqui, com o propósito de utilizar, além dos tradicionais pinus e eucaliptos, também a acácia-negra, o bambu gigante, o capim elefante e o bagaço de cana como matéria-prima para a produção dos pellets agroflorestal.

Atualmente, a maioria da produção das indústrias brasileiras (aproximadamente 81,4%) estão concentradas na Região Sul, distribuídos pelos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. E o restante (18,6%) dos pellets brasileiros são produzidos no estado de São Paulo (Região Sudeste).

Dentro da programação do Cibio 2017, será realizado o CBP – Congresso Brasileiro de Pellets, no dia 20 de junho de 2017. O evento vai reunir os principais especialistas do setor em nível mundial. Fabricação e comercialização com foco no mercado interno e externo serão apresentadas, Cases de utilização, workshop, etc. Será o maior encontro do setor de todos os tempos. Com a realização da 2ª Expobiomassa, este cenário será perfeito para um excelente para projeções de negócios e parcerias.

A presença de fabricas produtoras de pellets já esta confirmada por empresas que já firmaram a presença com estande.

O Cibio 2017 será realizado de 20 a 22 de Junho de 2017. O evento será o maior já realizado na América Latina, com foco exclusivo em biomassa e energia.

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Patrocínio OURO:

ZHENGCHANG DO BRASIL Site: www.zhengchang.com.br

Site EXPOBIOMASSA: http://www.expobiomassa.com/

Site CIBIO 2017: http://www.congressobiomassa.com/
Promoção: TECPAR / Gov. do Paraná / Paraná Metrologia

Apoio Oficial: ABGD / WBA / RENABIO

Organização e Realização: Grupo FRG Mídias & Eventos

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