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RESÍDUOS


MMA repassa R$ 230 milhões para saneamento e combate aos lixões

O Ministério do Meio Ambiente autorizou no dia (9/9) o repasse de R$ 232 milhões para ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Os recursos viabilizados pelo termo aditivo, assinado entre o Ministério e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), têm origem no Fundo Nacional de Mudanças do Clima (FNMC), e serão destinados prioritariamente a obras e ações de saneamento básico, do programa Lixão Zero e outros eixos da Agenda Ambiental Urbana, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente em 2019. Com o recurso liberado hoje, o BNDES soma R$ 570 milhões repassados em 2020 para financiamento reembolsável de projetos públicos e privados voltados à mitigação da mudança do clima e à adaptação aos seus efeitos adversos.


ABREN pretende desenvolver o uso do biometano e hidrogênio em mobilidade urbana no Brasil

Na cidade de São Paulo, os veículos representam 72,6% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, segundo estudo IEMA (2017), e o metano do lixo urbano e esterco animal representa 11% das emissões globais.

A utilização da energia elétrica na mobilidade urbana não pode ser a única solução, especialmente para veículos pesados, como caminhões, ônibus e trens, que podem utilizar biometano e hidrogênio, que são biocombustíveis que podem ser produzidos por meio da recuperação energética de resíduos.


BNDES focará resíduos sólidos com R$ 600 milhões do Fundo do Clima

O BNDES vai receber cerca de R$ 600 milhões do Fundo do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e a aplicação dos recursos será focada na área de resíduos sólidos. Um chamamento público será realizado para receber projetos, que receberão financiamento de longo prazo com taxas de juros subsidiadas bastante atrativas, disse Gustavo Montezano, presidente do BNDES