A Troc quer vender as roupas que estão paradas no seu guarda-roupa

A Troc quer vender as roupas que estão paradas no seu guarda-roupa

Imagem: Divulgação | A pedagoga Tábita Volcov que utiliza a plataforma da TROC para vender as peças do seu guarda-roupa que estão sem uso.

Fazer a moda circular é uma atitude de consumo consciente, além de garantir um dinheiro extra.

“Mais de um ano sem usar, está na hora de fazer circular”.

Essa é a máxima da CEO da TROC, Luanna Toniolo, que está à procura de novas vendedoras para incrementar o acervo de mais de 40 mil peças da plataforma de vendas online de roupas, sapatos, bolsas e acessórios de segunda mão. Com cada vez mais pessoas aderindo a moda circular, por ser uma alternativa de consumo consciente e economicamente vantajosa, o mercado aqueceu e as vendas cresceram.

“Sabemos que só 30% dos guarda-roupas são efetivamente usados. Os outros 70% que estão parados são matéria-prima para nós da TROC. Aqui, mais de 60% das peças enviadas são vendidas em até 30 dias após serem anunciadas no site. Vender essas peças vai aumentar seu ciclo de vida, fazendo valer a produção. É uma forma de ser mais sustentável, além de rentável”, revela Luanna.

Para vender as peças na TROC é muito simples, já que a plataforma cuida de todo processo desde a análise, fotografia, precificação e ativação, além de criar diversas ações e campanhas para que as peças vendam de forma mais acelerada. E para facilitar para quem mora em Curitiba ou São Paulo, a TROC retira as peças no local indicado sem nenhum custo. Já para as outras regiões do país, é possível enviar por correio, também de forma gratuita. Tudo muito ágil, feito de forma on-line e com todas as condições bem claras no https://troc.com.br/quero-vender.

Com a mudança cultural que vem acontecendo nesse nicho é possível perceber que hoje quem compra uma peça de segunda mão não está apenas em busca de peças vintages ou datadas. As coleções que foram lançadas nos últimos cinco anos são as mais procuradas. Também existem algumas preferências com relação às marcas que são vendidas com maior velocidade. Entre as queridinhas das compradoras da TROC estão Animale, Arezzo, Balenciaga, Bobô, Carter’s, Farm, Gucci, Le Lis Blanc, Louis Vuitton, Mixed, Schutz e Zara.

Já entre as pessoas que enviam suas peças, dar uma destinação correta para o que não tem mais uso dentro do guarda-roupa e ter um ganho extra é uma grande motivação.

Este é o caso da pedagoga Tábita Volcov, que utiliza a plataforma da TROC há cerca de 1 ano e meio. Ela conta que ficou surpresa quando soube que para fabricar uma calça jeans eram consumidos de 5 a 10 mil litros de água e que essa quantidade era suficiente para manter cerca de duas pessoas por mais de um mês. Um custo muito alto para o meio ambiente. Começou a pesquisar e descobriu que vender e comprar de segunda mão era uma forma de consumir moda de forma mais consciente. Ela envia suas peças para vender e também compra na plataforma.

Luanna Toniolo é CEO da TROC e está a procura de pessoas que queiram fazer a moda circular e ganhar um dinheiro extra
Giorgio Bastos

“É muito legal saber que minhas roupas vão para outras pessoas, todos saem ganhando e fazemos algo importante para o meio ambiente“, conta Tábita.

Hoje, a TROC já tem milhares de vendedoras, entre elas muitas influencers que também estão fazendo a moda circular, como a Rayza Nicácio e a Bella Falconi. Os looks que elas desfilam nas redes sociais e vão para suas lojinhas somem em instantes. Muitas personalidades também procuram a TROC para realizar bazar beneficente por meio da plataforma, principalmente agora na pandemia. Nesses casos, a TROC incentiva a iniciativa revertendo seu lucro em prol das entidades indicadas pelas influencers.

Para Luanna, um dos pontos mais motivadores de todo esse processo é poder mensurar os benefícios para o meio ambiente e saber que a atitude individual das pessoas pode sim fazer a diferença. Em quatro anos, a TROC proporcionou a economia de mais de 475 milhões de litros de água, evitou que 616 toneladas de CO2 fossem jogados na atmosfera e que mais de 88 toneladas de roupas fossem depositadas em aterros sanitários no Brasil.

Crédito:
Imprensa | TROC

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