Iguá completa 100 dias de Operação no Rio de Janeiro com ações inovadoras nos serviços de distribuição de água e esgotamento sanitário

ETE Iguá
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Imagem: Divulgação

  • Com foco na segurança, eficiência e modernização dos sistemas, concessionária inaugura dois Centros de Controle Operacional, entre outras ações inovadoras nos serviços de distribuição de água e esgotamento sanitário

Com ações de melhorias nos sistemas, obras de modernização e equipes técnicas nas ruas, a Iguá completa os 100 primeiros dias de operação plena dos serviços de água e esgoto na região da Barra da Tijuca e Jacarepaguá, na cidade do Rio de Janeiro, e nos municípios de Miguel Pereira e Paty do Alferes, no Centro-Sul Fluminense.

Durante este período, entre outras iniciativas, a concessionária inaugurou dois Centros de Controle Operacional (CCO), com capacidade de monitoramento da rede 24 horas por dia, em tempo real; instalou 250 pontos digitais de medição de pressão para conferir maior precisão no controle e na distribuição da água para a população atendida; e efetuou mais de 2.500 reparos emergenciais em estruturas que fazem parte da rede de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

A Iguá irá investir R$ 250 milhões em ações que contribuam para a revitalização do Complexo Lagunar de Jacarepaguá, principal contrapartida ambiental da companhia.

Como iniciativa de curto prazo, a concessionária construiu um viveiro com 40 mil mudas de mangue vermelho que serão plantadas, no início de 2023, na extensão da Lagoa do Camorim para restaurar o corredor ecológico entre o Maciço da Tijuca e a Pedra Branca. Também realizou a remoção de resíduos sólidos e o cercamento de 2,5 km das margens. Para tanto, foram contratadas 15 pessoas das comunidades do entorno do complexo. 

Além disso, a concessionária deu andamento às ações de médio e longo prazos com os projetos de implantação de coletores de tempo seco (sistema que consiste na interceptação de esgoto nas tubulações de drenagem) e expansão dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário nas áreas irregulares não-urbanizadas.

Em relação à geração de empregos, a Iguá já tem cerca de mil colaboradores entre próprios e terceiros trabalhando na operação do Rio de Janeiro, que envolve a região da Barra da Tijuca e Jacarepaguá e os municípios de Miguel Pereira e Paty do Alferes. Ao longo do ano, estão previstas outras 350 contratações, entre próprios e terceiros, o que levará a companhia a empregar em torno de 1.400 pessoas no estado.

“O saldo desse início de operação é muito positivo. Implementamos ações fundamentais e necessárias, aumentando a segurança operacional dos nossos ativos e focando na entrega dos projetos que requerem aprovações e licenciamentos dos órgãos competentes para termos início.  Não abrimos mão de ações socioambientais de curto prazo como a remoção dos resíduos sólidos e o cercamento das margens da lagoa do Camorim e a contratação de colaboradores das áreas vulneráveis de nosso perímetro de atuação. Seguimos com o propósito de levar mais saúde, dignidade e qualidade de vida para 1,2 milhão de pessoas, tendo como meta a ampliação da cobertura de água e da coleta e tratamento de esgoto, oferecendo um serviço de saneamento básico eficiente e inovador”, explica o Diretor-geral da Iguá no Rio de Janeiro, Eduardo Dantas.

Na capital, a concessionária é responsável pela distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto – a captação e o tratamento da água ficam por conta da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) – e no interior do Estado cuida do ciclo completo do saneamento básico, com captação, tratamento e distribuição de água tratada, assim como os serviços de esgotamento sanitário.

Melhorias estruturais

Na capital, a Iguá deu início às inspeções estruturais em travessias, reservatórios, Estações Elevatórias e nas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), implementando gradativamente melhorias para garantir segurança operacional para o sistema.

Entre os projetos, foram instalados geradores de energia em Estações Elevatórias de Esgoto e de Água, conferindo abastecimento à população atendida, mesmo em casos de emergência, e implementados sistemas de automação para garantir a segurança, inteligência e eficiência.

Além disso, diariamente, as equipes de operação vêm trabalhando em diferentes frentes com serviços de manutenção, fiscalização, troca de hidrômetros e novas ligações de água e esgoto

Nesse início da operação plena, a concessionária também desenvolveu o projeto básico para o retrofit da ETE Barra da Tijuca, bem como deu entrada no licenciamento junto ao órgão ambiental para modernização da estação.

Já nas ETEs de Vargem Grande, Pequena, Novo Horizonte II e Urussanga, foram feitas intervenções de recuperação e pintura da estrutura e a instalação de equipamentos sobressalentes.

No Centro-Sul Fluminense, em Miguel Pereira e Paty do Alferes, além do Centro de Controle Operacional, a Iguá também instalou bombas dosadoras nas Estações de Tratamento de Água, conferindo precisão no tratamento e na potabilidade da água.

O uso desse equipamento torna a gestão de qualidade mais eficiente, pois o monitoramento é feito de forma constante e previne a saturação dos filtros por excesso de produtos químicos. Nesse período, também foi criada uma base operacional posicionada estrategicamente nos dois municípios para dar mais agilidade no atendimento à população.

O processo de fornecer água tratada para a população possui inúmeras etapas e representa um compromisso com a saúde. Para isto, a Iguá trabalha diariamente realizando testes de qualidade da água, que na capital é fornecida pela CEDAE.

Somente nesses primeiros meses de operação, mais de 6.825 testes foram realizados em laboratórios credenciados para comprovar o atendimento às exigências do programa do Ministério de Saúde, que visa assegurar a qualidade da água fornecida à população.

Também com o objetivo de aumentar o controle operacional de qualidade da água, a companhia está investindo na construção de laboratório próprio e instrumentação, onde serão feitas as análises de turbidez, cor aparente, pH, fluoreto, cloro livre residual, coliformes totais e Escherichia Coli.

Além disso, iniciou o Plano de Segurança da Água (PSA) que estabelecerá novos processos tanto para manter a qualidade e oferta do recurso, quanto para os investimentos e trabalhos com as comunidades.

Clientes

Para oferecer mais comodidade à população, a Iguá reformou por completo as quatro lojas de atendimento: duas localizadas na Capital e duas no interior do Estado. Por meio de um layout moderno, ambientes climatizados e totens integrados à plataforma digital DigiIguá, o atendimento ao público nas unidades da Barra, Jacarepaguá, Miguel Pereira e Paty do Alferes foi pensado para proporcionar uma nova experiência mais humanizada, tanto pelo conforto e experiência, quanto pela agilidade no tempo de resposta. 

Nesses meses iniciais de operação, a concessionária já realizou 11 mil atendimentos nas lojas, dando solução a pedidos de parcelamento, religação, atualização de cadastro e tirando dúvidas sobre consumo.

call center, que funciona 24 horas por telefone e Whatsapp (Rio de Janeiro: 0800 400 0509 / Paty do Alferes: 0800 400 0510 / Miguel Pereira 0800 400 0511), também é um dos principais canais de atendimento da Iguá e recebeu 70 mil solicitações que foram prontamente resolvidas. 

Para conhecer melhor o cliente e aprimorar o atendimento, a Iguá iniciou a campanha de recadastramento, com as primeiras ações em Jacarepaguá. De segunda à sexta-feira, das 8h às 17h, agentes uniformizados e identificados com o crachá da empresa, trabalham de forma presencial, com visitas a residências que tenham ligação individual de água.

Os moradores também podem fazer a atualização cadastral por conta própria, pelo aplicativo DigiIguá, ou entrar em contato com a Central de Atendimento da Iguá, por meio do serviço 0800. O cadastro atualizado proporciona aos clientes um atendimento ainda mais personalizado, ágil e seguro, uma vez que as informações ficam registradas na base de dados da concessionária.

Ações no Complexo Lagunar de Jacarepaguá

Com a consultoria do biólogo Mario Moscatelli, a execução do projeto ambiental da Iguá teve início ainda na fase de operação assistida, em dezembro de 2021, com a remoção de resíduos sólidos na Lagoa do Camorim e cercamento das margens, principalmente no encontro com o mangue, para evitar o retorno desses detritos ao local. Nas incursões no Camorim, em um trecho de quatro quilômetros, até o momento, já foram recolhidas mais de 45 toneladas de lixo.

Além disso, a concessionária realizou a batimetria em 10 km dos rios afluentes do complexo para medir a profundidade dos leitos, e coletou amostras para determinação da espessura e caracterização físico-química das camadas de sedimentos, lodo orgânico e lixo existentes no fundo das lagoas.

Esta ação tem por finalidade contribuir para a elaboração dos estudos técnicos necessários para os processos de licenciamento ambiental junto ao Instituto Estadual do Ambiente (INEA), etapa que antecede o início dos trabalhos de dragagem do lodo, sedimentos finos e lixo na região.

Para as intervenções diretas no Complexo Lagunar de Jacarepaguá, formado pelas lagoas de Marapendi, Jacarepaguá, Camorim e Tijuca, a Iguá realizará diversas ações que contribuem para a recuperação ambiental desse importante ecossistema. As iniciativas de maior impacto se encontram em fase de estudos para posterior apresentação e aprovação pelos órgãos competentes.

Instalação de Coletores de Tempo Seco e ampliação da rede em áreas irregulares

A implantação dos Coletores de Tempo Seco (CTS), sistema que consiste na interceptação do esgoto bruto despejado nos rios e afluentes que deságuam nas lagoas de Jacarepaguá, é outro projeto importante e tem como finalidade o direcionamento do efluente para o tratamento adequado na ETE da Barra.

Atualmente, todo o esgoto direcionado de forma irregular às galerias de águas pluviais chega às lagoas da região sem nenhum tipo de tratamento.

Em até cinco anos, posteriormente ao licenciamento ambiental, a previsão é que 50 pontos de captação e cerca de 40 quilômetros de coletores de tempo seco estejam instalados para operar na interceptação de 676 litros por segundo de esgoto in natura, atualmente lançados em cinco sub-bacias e uma microbacia da região, até a ETE Barra.

Dentre os afluentes que compõem essas sub e microbacias estão importantes rios, como: Arroio Fundo, Muzema, Anil, Guerenguê, das Pedras, Rio Grande e Canal das Taxas (Lagoinha). Além dos coletores, a concessionária implantará 28 elevatórias responsáveis pelo escoamento até a ETE Barra.

Este projeto, estimado em R$ 126 milhões, beneficiará diretamente 200 mil moradores do entorno desses corpos hídricos, distribuídos em 69 comunidades, e ajudará a proteger 30 rios da região e seus afluentes.

Nos próximos anos, a Iguá também prevê investimentos de R$ 305 milhões para ampliação e melhorias no sistema de abastecimento de água e expansão dos serviços de esgotamento sanitário nas áreas irregulares não urbanizadas, como as comunidades do entorno.

O compromisso da concessionária é oferecer um serviço de saneamento básico eficiente, ampliando o direito à saúde e ao bem-estar da população atendida.

Crédito:
Imprensa

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