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Centrais Elétricas de Santa Catarina desenvolve áreas de entorno de usinas hidrelétricas com o projeto PACUERA

Foto: Divulgação/ Celesc

O Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial, também conhecido como PACUERA, é um projeto que visa disciplinar a ocupação e o uso dos lagos que se formam pelo barramento dos rios nas usinas hidrelétricas, a fim de conservar o seu entorno e proteger os recursos naturais dessas áreas.

A Celesc já investiu mais de R$ 340 mil na realização do PACUERA de seis usinas em Santa Catarina: Rio dos Cedros, Palmeiras, Garcia, Salto, São Lourenço e Caveiras.

Para o gerente da Divisão de Meio Ambiente da Celesc Geração, Leonardo Luiz Marostica, o grande trunfo do PACUERA é aliar a preservação ambiental a modelos de negócio e de gestão sustentáveis, de modo a garantir a preservação de recursos naturais, o sustento e o lazer de quem coabita esses espaços.

”Por não ter caráter obrigatório de uso, o plano surge como uma proposta para regrar o uso dessas áreas e desenvolver políticas públicas nas regiões, amparadas em novas propostas para as legislações municipais”, explica.

As comunidades atingidas também participam da elaboração do plano por meio de consultas públicas, que dão origem a sugestões de atividades que podem ser desenvolvidas na região, sempre conciliando a conservação ambiental com as atividades praticadas pela população que ali atua. Todos os que utilizam o reservatório devem zelar por sua preservação, adotando práticas responsáveis dentro da sua atividade.

Conservar para desenvolver

Os estudos realizados para as usinas Rio dos Cedros e Palmeiras, por exemplo, ocorridos em 2018, definiram áreas do reservatório destinadas ao lazer e turismo contribuindo com a conservação do reservatório sem trazer riscos aos usuários, desde que respeitadas as medidas de segurança traçadas.

“Nessas usinas a definição das zonas turísticas potencializou a vocação que aquelas cidades já tinham para essas atividades”, avalia Leonardo Marostica.

Já em terra firme, a definição das Zonas de Conservação Ambiental das Margens foram importantes não só do ponto de vista biológico, para manutenção da fauna e flora, mas também para a estabilidade geológica das margens e a contenção de processos erosivos – essencial para manutenção da qualidade hídrica do reservatório e da beleza cênica local que, por sua vez, são essenciais para atividade turística.  

O supervisor de Gestão Ambiental da Celesc, Henrique Delabary, explica que esse é apenas um dos braços que a Celesc desenvolve alinhada aos interesses da sociedade, na perspectiva de contribuir para o seu crescimento. Por meio da energia que gera, transmite e distribui, ou por estratégias que considerem as responsabilidades com sua área de concessão, a empresa segue firme na concepção de que a palavra conservar, por vezes, pode funcionar como sinônimo da palavra desenvolver. “Com sua Política Socioambiental, a Celesc leva não apenas energia elétrica aos catarinenses, mas também seu compromisso de respeito ao meio ambiente e a toda sociedade”, conclui.

Crédito:
Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. – Celesc