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- A EDP irá financiar nove projetos de energia renovável que promovem a inclusão energética na África
- O apoio de um milhão de euros desta 6ª edição do Fundo A2E destina-se a iniciativas em áreas como a saúde e a educação, que terão impacto na vida de mais de 5 milhões de pessoas
Novembro de 2024 – Mais de 150 unidades de saúde que prestam cuidados primários à população e cerca de 20 escolas estão entre os principais beneficiários dos projetos selecionados na 6ª edição do Fundo A2E (Acesso a Energia) em cinco países africanos: Moçambique, Quênia, Maláui, Nigéria e Ruanda. Ao todo, serão nove projetos que, através do recurso a energias renováveis, irão promover o desenvolvimento social, ambiental, e econômico em comunidades rurais desses países. No total, estima-se que estes novos projetos beneficiem cerca de 300 mil pessoas diretamente e mais de 5,5 milhões indiretamente.
“Uma em cada 11 pessoas no mundo ainda não tem acesso a eletricidade, e dois bilhões vivem sem água potável. Foi para ajudar a mitigar estes números que criamos o Fundo A2E, um programa que vai além de uma contribuição financeira – representa, sobretudo, um compromisso com a melhoria da qualidade de vida das comunidades e um passo em direção a um futuro mais sustentável e com maior inclusão energética”, afirma Vera Pinto Pereira, administradora executiva da EDP e presidente da Fundação EDP. “Na EDP, queremos continuar a liderar uma transição energética justa, impactando positivamente as comunidades com energia limpa, segura e acessível, sem deixar ninguém para trás.”
O apoio a projetos de acesso a energia limpa tem sido uma prioridade para a EDP, no âmbito da sua estratégia global de impacto social, o EDP Y.E.S. – You Empower Society, e em linha com um dos temas centrais em discussão na agenda da recente COP29: a definição de novas metas para financiar os países mais afetados pelas mudanças climáticas.
Desde que foi lançado, em 2018, o Fundo A2E já financiou um total 38 projetos em 7 países africanos, com um apoio que equivale a 3,5 milhões de euros, contribuindo para melhorar a vida a mais de 230 mil pessoas diretamente, e indiretamente, de cerca de 2,5 milhões. Com esta iniciativa, a EDP reforça a sua estratégia de impacto social e de transição energética justa a nível mundial, especialmente em economias em desenvolvimento.
Os projetos, um a um
Selecionados de um total de 195 candidaturas, os projetos abrangem diversas áreas, mas têm em comum o uso de tecnologias de produção solar descentralizada. Entre os nove projetos desta 6ª edição, três são focados na melhoria de cuidados de saúde, quatro destinam-se a instituições de ensino, um é direcionado para o desenvolvimento comunitário e um para o abastecimento de água. Com o apoio do Fundo A2E, poderão prestar estes serviços utilizando energia renovável, segura e acessível.
No âmbito da melhoria dos cuidados de saúde, foram selecionados projetos para eletrificar clínicas de saúde rurais. Entre eles, destacam-se a SAO Energy, que fornecerá energia a 45 clínicas e 135 pequenos negócios; a Mesh Power, que irá eletrificar 30 clínicas, disponibilizará pontos de acesso à internet e dará três ambulâncias movidas a energia solar, melhorando a resposta a emergências e o transporte de residentes vulneráveis; e a WeCareSolar, que irá eletrificar 100 maternidades, garantindo cuidados obstétricos e neonatais de emergência 24 horas por dia, 7 dias por semana.
No setor da educação, a Riley Orton Foundation implementará sistemas de energia solar para fornecer energia a uma Academia STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e a um centro de formação profissional para meninas não escolarizadas. A Edukans eletrificará 10 escolas primárias, melhorando os métodos de ensino e o acesso a materiais educativos, além de criar 10 hortas escolares e plantar 10 mil árvores.
Adicionalmente, dois projetos combinam apoio a instituições de saúde e educação: o projeto MIVA, que aumentará o acesso à educação e aos cuidados de saúde de 1.200 crianças com deficiência em três centros de saúde e três escolas de ensino especial em zonas rurais; e o projeto da Fundação E35, que atuará em áreas afetadas pelo deslocamento interno devido a conflitos, oferecendo soluções de energia renovável para três escolas e um centro de saúde, a fim de reduzir a pobreza energética. Por fim, o projeto comunitário do APOIAR irá instalar painéis solares numa escola e distribuir 500 lanternas solares aos alunos, enquanto a organização Give Power implementará um projeto para fornecer água potável a uma comunidade, promovendo melhorias na saúde e na qualidade de vida locais.
Para saber mais sobre cada um destes projetos, visite a área de A2E no site EDP.
Sobre a EDP South America
O grupo EDP atua em 30 mercados e está presente em quatro regiões, América do Norte, Ásia-Pacífico, Europa e América do Sul. Na América do Sul, atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia, bem como no desenvolvimento, construção e manutenção de ativos eólicos, solares e de hidrogênio verde, com ativos no valor de R$ 41 bilhões, o que a torna a segunda maior operação do grupo. A empresa tem mais de 12.000 funcionários diretos e terceirizados. No Brasil, a EDP também oferece soluções energéticas voltadas para o mercado B2B, como geração solar distribuída, mobilidade elétrica e venda de energia no mercado livre. Seu negócio de Distribuição atende a cerca de 3,8 milhões de clientes no estado de São Paulo e no estado do Espírito Santo. Referência em ESG, a EDP foi reconhecida mais uma vez como a empresa de energia elétrica mais sustentável do mundo pelo índice Dow Jones, além de ter sido incluída no Índice de Igualdade de Gênero da Bloomberg. Nos mercados da Europa e da América do Sul – Brasil, Chile e Colômbia – a EDP ganhou o prêmio Top Employer 2024, além de ter sido eleita a empresa mais inovadora do setor elétrico brasileiro pelo Valor Econômico por quatro anos consecutivos.
Site oficial: https://www.edp.com.br
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