TOMRA apresenta seus compromissos em conferência na IFAT Munich alinhados as metas da Europa até 2050 para fechar o ciclo da economia circular

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Tove Andersen, Presidente e CEO; Volker Rehrmann, vice-presidente senior e responsável pela TOMRA Recycling, Mining e Circular Economy e Tom Eng, vice-presidente Senior e responsável pela TOMRA Recycling
Tove Andersen, Presidente e CEO; Volker Rehrmann, vice-presidente senior e responsável pela TOMRA Recycling, Mining e Circular Economy e Tom Eng, vice-presidente Senior e responsável pela TOMRA Recycling

Imagem: Divulgação | Por Simone Horvatin, colaboração para AMBIENTAL MERCANTIL NOTÍCIAS

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AMBIENTAL MERCANTIL

Munique, junho de 2022 – Durante a semana da IFAT Munich (30/05 à 03/06), a empresa TOMRA realizou uma conferência exclusiva de imprensa e com a participação dos seus três executivos C-Level:

  • Tove Andersen, Presidente e CEO
  • Volker Rehrmann, vice-presidente senior e responsável pela TOMRA Recycling, Mining e Circular Economy
  • Tom Eng, vice-presidente Senior e responsável pela TOMRA Recycling

Os executivos demonstraram como a TOMRA está alinhada aos objetivos europeus e quais metas estão planejando alcançar até 2050.

A TOMRA Recycling é fabricante líder global de sistemas de seleção baseados em sensores que proporcionam uma rápida separação, triagem e valoração dos resíduos plásticos.

Tove Andersen, CEO e Presidente da TOMRA, abriu a conferência:

“Temos a obrigação de reduzir o volume dos resíduos gerados hoje e transformá-los em recursos valiosos. A TOMRA investe 10% do seu faturamento global em pesquisas e atividades buscando soluções e melhorias para o futuro, visando maior eficiência no uso dos recursos e na otimização da gestão dos resíduos de plásticos, metais e madeira. A TOMRA já desenvolveu e possui tecnologias eficientes para poder agir agora e preencher os vãos ainda existentes, contribuindo assim para fechar a circularidade economica dos resíduos e poupar os recursos.

Volker Rehrmann, vice-presidente senior e responsável pela TOMRA Recycling, Mining e Circular Economy acrescentou:

“Aprendemos que legislação obrigatória é essencial para contribuir com os objetivos e o desenvolvimento de qualquer mercado. No entanto, antes de reciclar volumes maiores, o que devemos fazer é recuperar o máximo possível de resíduos. Existem sistemas de coleta que já funcionam bem, mas existem outros que nem tanto. Diariamente, são desperdiçados recursos valiosos em aterros sanitários e incineradoras, onde são enterrados ou queimados. Coletar, recuperar e reciclar estes recursos é uma realidade possível e está ao nosso alcance”.

O Acordo Verde Europeu (Green Deal) está a impulsionar a economia circular. A pandemia e a guerra em curso na Europa mostram como a dependência das matérias-primas pode ser crítica.

O sistema holístico demonstra como as etapas da economia circular para recuperação de recursos se co-relacionam e podem interferir uma na outra para um fechar um ciclo com eficiência: governos e legislações adequadas, responsabilidade compartilhada com cidadãos, processos técnicos, logística reversa, sistemas retornáveis de resíduos, entre outros são aspectos que influenciam diretamente na gestão eficiente dos resíduos.

Volker Rehrmann ainda detalhou que:

  • Na Europa, sistemas retornáveis de resíduos são responsáveis hoje por 90% do reaproveitamento das garrafas PET e recipientes metálicos, por isso, são considerados de máxima importância;
  • A triagem de resíduos orgânicos, papéis, têxteis e resíduos eletrônicos (REEE) possibilita que recursos possam ser recuperados e reciclados, através do reaproveitando de matérias-primas, além de reduzir a pegada de carbono. Atualmente as taxas de coleta destes tipos de resíduos não são consideradas suficientemente boas. Por isso, uma triagem mais fraccionada destes resíduos se faz necessária;
  • Resíduos de plásticos que poderiam ser recuperados através de um sistema de reciclagem eficiente, muitas vezes acabam em aterros ou sendo incinerados, gerando emissões de gases com efeito estufa (CO2) desnecessárias. A coleta e separação dos resíduos contribuem diretamente com a redução de carbono. Além disso, recupera recursos em matérias-primas que podem ser reutilizadas nos processos industriais em novos produtos. Por isso, a gestão de resíduos é relevante!

A maximização da circularidade dos resíduos não se limita somente aos plásticos; mas igualmente aos metais e madeira.

Tom Eng, vice-presidente Senior e responsável pela TOMRA Recycling completou:

“Os resíduos de metais e madeira devem ser igualmente considerados na circularidade de resíduos. O objetivo é alcançar a neutralidade climática da UE até 2050. Estima-se que a procura por alumínio cresça 40% até 2050, e isto já é um desafio e uma limitação para as indústrias europeias que necessitam de alumínio na sua produção. Entretanto, a boa notícia é que a reciclagem de alumínio é possível, contribuindo com a descarbonização, retornando como matéria-prima às indústrias e contribuindo com os compromissos ambientais assumidos pela Europa. Cenário semelhante pode ser observado no setor madeireiro: fabricantes estão à procura de uma forma econômica e ambientalmente amigável para obter materiais, cuja disponibilidade é limitada e os preços estão cada vez mais altos. A reciclagem de resíduos de madeira e metais estão ajudando as indústrias a superar estes desafios, ao mesmo tempo, estão contribuindo diretamente na redução de gases com efeito de estufa e no esgotamento de recursos. Com tecnologias inteligentes e colaboração das indústrias, é possível transformar o desperdício em valor e reduzir a carência de matérias-primas. Por isso, reciclar de forma eficiente é um importante fator de mitigação do clima, além de apoiar uma transição energética sustentável, mantendo os materiais na cadeia de uso contínuo. Nós faremos todo o possível para que o ciclo se feche”, afirmou Tom Eng.

Sobre a TOMRA RECYCLING

A TOMRA Recycling desenvolve e fabrica tecnologias de seleção baseadas em sensores para a indústria global de reciclagem e gerenciamento de resíduos. Cerca de 8.200 sistemas foram instalados em mais de 100 países em todo o mundo.

Responsável pelo desenvolvimento do primeiro sensor infravermelho próximo (NIR) de alta capacidade do mundo para aplicações de seleção de resíduos, a TOMRA Recycling continua sendo pioneira no setor, dedicando-se a recuperar frações de alta pureza que maximizam tanto a rentabilidade quanto o lucro.

TOMRA Recycling faz parte da TOMRA Sorting Solutions, que também desenvolve sistemas baseados em sensores para selecionar, descascar e processar análises para a indústria alimentícia, de mineração e outras.

A TOMRA Sorting pertence à empresa norueguesa TOMRA Systems ASA, que está listada na Bolsa de Valores de Oslo. Fundada em 1972, a TOMRA Systems ASA tem um volume de negócios de cerca de 1.1B euros em 2021 e emprega mais de 4.600 pessoas globalmente.

Para mais informações sobre a TOMRA Recycling visite https://www.tomra.com/pt/sorting/recycling ou siga-nos no LinkedInTwitter or Facebook.

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Crédito:
Simone Horvatin (Jornalista, MTB 0092611/SP), colaboração para AMBIENTAL MERCANTIL NOTÍCIAS

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